Marcha massiva de professores para reabrir a negociação salarial nacional

Uma nova marcha federal dos trabalhadores docentes ocupa as principais ruas da Cidade de Buenos Aires, exigindo a reabertura da negociação salarial nacional. Além disso, os empregados do metrô também reivindicam “salários decentes”.

FONTE: Política Argentina

Trabalhadores docentes de diferentes sindicatos fazem uma greve geral com mobilização rumo ao centro de Buenos Aires para exigir a reabertura da negociação salarial nacional. Realizam um grande ato na Plaza de Mayo para pedir salários dignos e rejeitar a volta ao FMI.

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Os manifestantes se concentram nas avenidas Diagonal Norte e Carlos Pellegrini, e no cruzamento das avenidas 9 de Julio com Avenida de Mayo. Trabalhadores do metrô, profissionais da saúde e funcionários estaduais de diferentes ramos são algumas das organizações que acompanham os professores.
A reivindicação da nova “Marcha Federal Docente” foca na abertura da discussão salarial nacional que fixa um piso mínimo para todas as negociações dos salários dos professores em todas as províncias.

Também rejeitam o acordo com o FMI que estabelece um corte no orçamento na educação. Eles também repudiam o polêmico “projeto Unicaba”, que visa o fechamento de 29 institutos de formação de professores para criar uma única universidade.Trabalhadores docentes de diferentes sindicatos fazem uma greve geral com mobilização rumo ao centro de Buenos Aires para exigir a reabertura da negociação salarial nacional. Realizam um grande ato na Plaza de Mayo para pedir salários dignos e rejeitar a volta ao FMI.

Os manifestantes se concentram nas avenidas Diagonal Norte e Carlos Pellegrini, e no cruzamento das avenidas 9 de Julio com Avenida de Mayo. Trabalhadores do metrô, profissionais da saúde e funcionários estaduais de diferentes ramos são algumas das organizações que acompanham os professores.

A reivindicação da nova “Marcha Federal Docente” foca na abertura da discussão salarial nacional que fixa um piso mínimo para todas as negociações dos salários dos professores em todas as províncias.

Também rejeitam o acordo com o FMI que estabelece um corte no orçamento na educação. Eles também repudiam o polêmico “projeto Unicaba”, que visa o fechamento de 29 institutos de formação de professores para criar uma única universidade

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