Uma multidão voltou a marchar sob o slogan “sem aborto, não há #nenhumamenos”

A mobilização, que começou na Plaza de Mayo e terminou em frente ao Congresso Nacional, convocou 500 mil mulheres que também protestaram contra o FMI.

CONGRESO NACIONAL-MARCHA_#NIUNAMENOS
Imagem: http://niunamenos.com.ar/

Com lenço verde como grande protagonista, meio milhão de mulheres voltaram a ocupar as ruas, como o fazem desde 2015, para proclamar “Nemhuma Menos, contra a violência machista e sexual, contra o endividamento que expropria nossas vidas e liberdade. Pelo aborto legal, seguro e gratuito nos encontramos na rua para gritar bem alto: “Vivas e livres nos queremos.”

Assim, a luta pelo aborto legal, seguro e gratuito – que será votado na próxima semana pelos deputados- se instalou como uma das principais demandas do coletivo Nenhuma Menos, no quarto ano consecutivo de marchas massivas, desde 3 de junho de 2015.

Mas o aborto não foi a única consigna que foi adicionada ao histórico slogan “Vivas nos queremos”. Também se fez presente o tema econômico e foi questionado o ajuste e o acordo com o FMI, através do slogan “desendividadas nos queremos.” A demanda nesse plano não é aleatória: os dados são suficientes para entender que a crise econômica afeta em primeiro lugar e com maior intensidade as mulheres.

Entre as fotos das vítimas de feminicídio – um a cada 32 horas no país – se incorporou as de Marcela Coronel, enfermeira do Hospital Italiano que foi assassinada dias atrás.

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