Governadora da Província de Buenos Aires, María Vidal, foi denunciada por esquema de falsas doações na campanha eleitoral

Após a denúncia do jornalista Juan Amorín no portal El Destape, se multiplicaram as denúncias de cidadãos a quem foram usurpadas suas identidades para fazer doações em seu nome para a eleição legislativa de 2017, que elegeu os senadores Esteban Bullrich e Gladys Gonzalez, e a deputada Graciela Ocaña, todos do partido Cambiemos. Agora também, começaram a aparecer denúncias relacionadas com a eleição de 2015 na qual Maria Eugenia Vidal chegou ao governo da província de Buenos Aires e Mauricio Macri à presidência da Nação.

FONTE: Tiempo Argentino

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Osvaldo Marasco, ex-candidato a prefeito na cidade de Ituzaingó por Cambiemos, revelou que em 2015 houve “uma instrução” do partido para lavar dinheiro, mas que ele se recusou a participar do ilícito. Por sua vez, Carlos Arroyo, prefeito de General Pueyrredón, também do partido governante, aparece na lista dos contribuintes, mas nega ter doado 50.000 pesos. Seu nome aparece na lista de doadores privados publicada pela Câmara Nacional Eleitoral.

Outro funcionário do partido do Macri e Vidal, o atual prefeito de Mar del Plata, também negou ter contribuído com dinheiro para a campanha da governadora. Segundo o site La Capital de Mar del Plata, o “suposto doador” afirmou: “Eu não contribuí com nenhum centavo para ninguém”.

A denúncia do jornalista Amorín demorou em ser investigada pela Justiça. Por enquanto, só os promotores Jorge Di Lello e Carlos Stornelli e os juízes Sebastián Casanello e Ernesto Kreplak estão trabalhando na investigação do crime.

Enquanto isso, a senadora da Província de Buenos Aires, María Teresa García, solicitou uma investigação judicial sobre os supostos crimes de lavagem de dinheiro e roubo de identidade, entre outras crimes contemplados no Código Penal.

Enquanto isso, consultada por um jornalista, a governadora María Eugenia Vidal não negou a existência de falsos doadores à campanha de Cambiemos na província de Buenos Aires e só se defendeu argumentando que eram “denuncias kirchneristas”.

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