A OCDE criticou duramente o governo Macri: descreveu a Argentina como o país mais fraco da América Latina

As autoridades da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico apresentaram um relatório sobre as perspectivas econômicas regionais, no qual afirmam que a gestão do PRO deixou o país como “aquele da América Latina onde as vulnerabilidades são mais visíveis”.

FONTE: Política Argentina

Enquanto acontece o início do primeiro julgamento contra Cristina Fernández de Kirchner, que “inaugura” a campanha eleitoral à presidência em Outubro, diariamente se conhecem notícias negativas da gestão da economia pelo governo de Mauricio Macri, e até mesmo descrições péssimas acerca da situação atual do país e de seu futuro próximo.

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Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Argentina de Mauricio Macri é o país mais fraco da América Latina e o “mais afetado pela turbulência”.

“A Argentina é o país da América Latina onde as vulnerabilidades têm sido mais visíveis”, disseram, sem atenuantes, as autoridades da OCDE no primeiro relatório de perspectivas econômicas regionais, apresentados no país vizinho.

A afirmação surge a partir dos gráficos utilizados na exposição, onde a Argentina encabeçou todos os indicadores negativos, como tem sido observado desde que Macri ocupa a Casa Rosada. “No lado doméstico, vemos um alto déficit fiscal, especialmente na Argentina e no Brasil, e em termos de vulnerabilidades externas, o déficit em conta corrente é muito alto na Argentina e, em menor medida, na Colômbia, Chile e Costa Rica.”

Nesse sentido, o organismo questionou as barreiras tarifárias elevadas, a rigidez do mercado de trabalho, a inflação alta, a falta de institucionalidade da política monetária e a baixa produtividade em todos os setores da economia.


A OCDE estimou uma queda do PIB da Argentina de 1,8% para 2019


Curiosamente, enquanto diagnosticava que a Argentina de Macri era o país mais vulnerável ​​e débil frente aos impactos internacionais, a OCDE novamente tentou ajudar o presidente com um aceno impreciso: valorizaram “as melhorias e o caminho adotado para reduzir essas vulnerabilidades “.

Por outro lado, o organismo estimou que o PIB da Argentina cairá 1,8% em 2019.

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