Cada vez pior: um tremendo colapso do trabalho precarizado

Em meio à destruição de centenas de milhares de empregos com carteira assinada, o emprego temporário também mostrou um declínio. Quase perdeu um quarto da sua participação no mercado de trabalho, com 24% a menos.

FONTE: En Orsai

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As sociedades de trabalho temporário, que fornecem pessoal temporário às empresas por períodos limitados, não se salvaram da recessão e do desemprego generalizado que afeta o mercado de trabalho argentino.

De fato, em março passado eles forneceram às empresas 41.963 funcionários ou técnicos. O número representa 22,9% menos que os 54.408 fornecidos em março de 2018, de acordo com o relatório do INDEC –Instituto Nacional de Estatísticas e Censos- conhecido ontem que avalia todas as empresas autorizadas pelo Ministério da Produção e Trabalho.

Segundo o INDEC, a maioria dos trabalhadores temporários é empregada no comércio atacadista e varejista (10,6%), serviços de transporte e armazenagem (8,1%) ou manufatura (10,7%).

O processo de recessão do setor é de longa data, acompanhando o declínio do emprego com carteira assinada.

Do total de 69.478 trabalhadores em 2014, caiu para 67.224  em 2015, e para 53.843 em 2016. Em 2017, reduziu-se novamente para 49.941 e em 2018 para 47.956. E em 2019 tem continuado o declínio devido à falta de perspectiva do emprego em geral.

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