Milhares de Intelectuais exigem que Macri “RESPEITE A DEMOCRACIA”

Em nota, milhares de Intelectuais exigem que Macri “RESPEITE A DEMOCRACIA”

Tradução: Gloria Seddon

Cientistas e expoentes da cultura expressaram sua preocupação pela situação econômica e exigiram que o Governo “assuma sua responsabilidade pela crise à qual ele nos conduziu”.

Um coletivo de artistas e intelectuais repudiou ontem o “terrorismo financeiro” e exigiu do presidente Mauricio Macri que “respeite a democracia e a decisão das urnas”. “Precupam-nos esse tipo de declarações (do presidente Macri), que implicam, de fato, ataque à democracia e ao direito soberano dos povos a escolher seus representantes e o rumo das políticas públicas”, explicam numa nota divulgada no dia de hoje.

Entre os principais assinantes encontram-se a escritora Lucia Puenzo, o antropólogo Alejandro Crimson, o cientista político e diretor do CONICET Mario Pecheny, o ex-decano da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nacional de Buenos Aires, UBA, Federico Schuster, o historiador Ezequiel Adamovsky, o dramaturgo Rafael Spregelburd e a pesquisadora Mabel Thewryes Rey, os atores Pablo Echarri, Pilar Gamboa, Jean Pierre Níger e Alejandra Darín, entre mais de 30.000 outras pessoas. “Exigimos que o governo atue de forma responsável  e que assuma sua responsabilidade pela crise a que ele nos conduziu e deixe de convalidar uma violenta depreciação do peso que consome nossos salários e aposentadorias”, salientaram.

Este documento soma-se ao rechaço que diferentes setores manifestaram em relação às palavras de Mauricio Macri  e a disparada da cotação da moeda estrangeira.  “Exigimos que se respeite a vontade popular e não se busque punir, mediante o pânico financeiro aos votantes que escolhemos outras opções”. “Chamamos todas as forças sociais e políticas e à cidadania em geral, a se pronunciar contra este inaceitável avasalamento da democracia”, concluem os intelectuais e artistas.

TEXTO COMPLETO

No al terrorismo financiero. Que Macri respete la democracia y la decisión de las urnas

Los/as abajo firmantes repudiamos las declaraciones del presidente Mauricio Macri, quien en conferencia de prensa culpó a los votantes y a la oposición por el descalabro al que sus políticas vienen conduciendo. “Lo de hoy muestra lo que puede pasar” se lee como una extorsión de cara a las próximas elecciones. Como si el alza del dólar nos estuviese forzando a optar entre Macri y el caos económico. “No es lo que quiere el mundo” deja ver que su gestión no respeta la voluntad popular y responde en cambio a los deseos y expectativas de los especuladores financieros y el FMI. Nos preocupan este tipo de manifestaciones, que implican en los hechos un ataque a la democracia y al derecho soberano de los pueblos a elegir sus representantes y el rumbo de las políticas públicas.

Frente a este chantaje, exigimos que el gobierno actúe responsablemente, que asuma su responsabilidad en la crisis a la que nos condujo y deje de convalidar una violenta depreciación del peso que licúa nuestros salarios y jubilaciones. Exigimos que se respete la voluntad popular y no se busque escarmentar mediante el pánico financiero a los votantes que elegimos otras opciones.

Llamamos a todas las fuerzas sociales y políticas, y a la ciudadanía en general, a pronunciarse contra este inaceptable avasallamiento de la democracia.

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