A Europa se opõe ao último desembolso do FMI à Argentina enquanto Macri for presidente

Itália, Suécia e Holanda são os principais sócios do Fundo Monetário que se recusam a fazer com que órgão multilateral de crédito dê mais dinheiro à atual administração argentina.

FONTE: Política argentina

O Fundo Monetário Internacional (FMI) precisa decidir se finalmente fará o último desembolso dos empréstimos acordados com a Argentina. São mais de 5 bilhões de dólares que o governo Macri espera até meados de setembro, mas os países europeus começam a se opor.

O jornalista Tomás Lukin noticiou no jornal Página 12 que a Itália, Suécia e Holanda lideram os parceiros europeus que querem parar de vez as remessas do FMI para a administração de Mauricio Macri. Eles propõem adiar a decisão para após as eleições gerais de 27 de outubro em que Argentina elegerá novo Presidente.

O crescente ceticismo dos representantes europeus se opõe à posição dos Estados Unidos, principal sócio do FMI, que mantém por enquanto seu apoio ao programa.

As posições mais duras contra a continuidade dos desembolsos foram feitas pelos diretores da Itália, Suécia e Holanda, embora cada vez mais membros estejam levantando suas dúvidas. Os três membros, que representam um total de 29 países e totalizam 12,85% dos votos no órgão, propõem adiar a avaliação do próximo desembolso até a troca presidencial.

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