Alberto em Tucumán: “Outros pensam que a educação é uma despesa, mas para nós a educação é o futuro”

Em seu primeiro ato público depois de retornar de sua turnê europeia, o candidato a presidente da Frente de Todos compartilhou uma reunião com professores, onde se diferenciou do partido governante e defendeu a educação pública.

FONTE: Política argentina

Alberto Fernández comemorou o Dia do Professor em uma reunião com professores em Tucumán, província chefiada por Juan Manzur, um dos governadores mais próximos do candidato presidencial da Frente de Todos.
“Há quem pense que a educação é uma despesa. Mas para nós a educação é o futuro”, enfatizou Fernández durante seu discurso, no qual lamentou que “na Argentina comece a ser valioso” que as crianças frequentem “escolas privadas”.

O ex-chefe de gabinete considerou que “a primeira coisa” a fazer “para construir o futuro é fazer uma Argentina federal” e, nessa linha, enfatizou que “para que isso aconteça, é imperativo que a educação funcione” porque “as sociedades ricas são aquelas que se desenvolveram com ciência e tecnologia”.
Em outra passagem de seu discurso, lembrou-se dos infelizes ataques que Mauricio Macri e María Eugenia Vidal lançaram contra a educação. “Eu caí na escola pública”, disse Fernández parafraseando criticamente o presidente Macri, e depois foi a vez de mirar à governadora de Buenos Aires quando lembrou que “alguém disse ‘chega de criar universidades públicas’, que pena”.
Não adianta ter muitos minerais se não tivermos inteligência para extraí-los”, disse ele durante a reunião que ocorreu no teatro “Mercedes Sosa”, na capital de Tucumán, e na qual foi acompanhado pelo governador Manzur e a cúpula da CGT (Confederação Geral do Trabalho), liderada por Héctor Daer e Carlos Acuña, entre outros sindicalistas.
O candidato da frente de Todos disse que, se chegar à Presidência, trabalhará para que “o país de segunda e primeira classe termine”, e que “aqueles que trabalham tenham direitos, não sejam explorados e seus filhos possam continuar estudando”. E concluiu: “Está em nossas mãos ter a sociedade que queremos. Está em nossas mãos fazer da educação pública uma bandeira que nunca abandonaremos”.

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