Histórico: a CTA decidiu retornar à CGT após 28 anos de ruptura

A unidade foi selada em um ato no estádio do clube Lanús, no qual participaram Alberto Fernández, Hugo Moyano e Máximo Kirchner, entre outros. O apoio à fórmula presidencial da Frente de Todos também foi aprovado por unanimidade.

FONTE: Política argentina

Após 28 anos de distanciamento, nesta quinta-feira, a CTA (Central dos Trabalhadores da Argentina) votou a favor do retorno à Confederação Geral do Trabalho (CGT) e da reunificação das centrais dos trabalhadores. Aconteceu em um evento realizado no estádio de Lanús, no qual Alberto Fernández, Máximo Kirhcner e Hugo Moyano foram convidados, entre outros.

Hugo Yasky, Alberto Fernández e Máximo kirchner.

“Quero pôr em consideração do plenário nacional da CTA, a seguinte moção, que votaria com o cérebro, mas é preciso votá-la com o  coração”, disse Hugo Yasky, secretário geral da CTA.

“Apostar no fortalecimento do campo popular e na luta da classe trabalhadora que temos promovido em todo o país dando mandato à comissão executiva da CTA dos trabalhadores para iniciar o processo de unificação com a CGT“. A moção foi votada por todos.

Na plenária, também foi aprovado por unanimidade o apoio dos grêmios à fórmula presidencial da Frente de Todos, liderada por Alberto Fernández e Cristina Fernández de Kirchner.

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