O declínio do salário argentino: caiu 44% desde 2015

De acordo com um relatório do Observatório de Políticas Públicas da Universidade Nacional de Avellaneda, a renda média dos trabalhadores na Argentina caiu 44,3% em dólares desde o final de 2015.

FONTE: Política argentina

“A Argentina deixou de ter o maior salário mínimo da América do Sul, medido em moeda americana à taxa de câmbio oficial, e despencou várias posições no ranking. Essa dinâmica se acelerou especialmente no último biênio” observou o estudo.

O Observatório de Políticas Públicas da UNDAV apontou que a renda média em dólares dos trabalhadores registrados na Argentina sofreu uma queda de 44,3% desde o início da administração de Mauricio Macri. Os motivos se encontram na forte desvalorização do peso e no atraso do salário real nos últimos quatro anos.

Nessas circunstâncias, o poder de compra em dólares do salário dos argentinos despencou em relação a maioria dos países da região que, fora os casos da Argentina e da Venezuela, mostram crescimento no mesmo período da ordem 11,8 por cento. Dessa forma, a Argentina perdeu nove posições no ranking do salário mínimo regional em dólares, passando, nos últimos quatro anos, da primeira posição à décima primeira colocação, atrás da Costa Rica (US $ 560), Uruguai (US $ 434), Equador (US $ 400) Guatemala (US $ 391), Chile (US $ 387), Paraguai (US $ 338), Bolívia (US $ 307), Peru (US $ 277), Honduras (US $ 272) e Honduras (US $ 272) e Panamá (EUA) $ 270).

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