Após o apoio dos governadores, Alberto Fernández enfatizou que “a quarentena deve continuar”

O presidente argentino destacou que os especialistas consideram que “o pico ocorrerá na segunda quinzena de maio” e, portanto, há necessidade de continuar com o isolamento social preventivo e obrigatório. No entanto, esclareceu que o governo “será mais rigoroso nos centros urbanos”.

FONTE: Política argentina

Após a reunião com os governadores provinciais que ofereceram seu apoio, o presidente Alberto Fernández disse na quarta-feira que, por causa do o isolamento obrigatório que achatou a curva dos casos de coronavírus, médicos especialistas “estimam que o pico” da doença “acontecerá na segunda quinzena de maio” e, portanto, a quarentena “continuará”.

Falando ao canal 13, ele observou: “A quarentena continua. Ela deve continuar. Vamos ser mais rigorosos nos centros urbanos”. “Temos que ficar mais rigorosos porque estamos vendo mais relaxamento. Percebi que há mais carros [circulando nas ruas]. Pedi que fossem mais rigorosos no controle”, enfatizou.

Por meio de suas redes sociais, ele destacou a reunião realizada à distância com os governadores. “Ontem à tarde, realizamos uma videoconferência com os governadores para avaliar a situação do coronavírus COVID-19 em cada província e analisar as medidas a serem tomadas”, explicou.

“Hoje, mais do que nunca, os argentinos precisam de nós trabalhando juntos e continuaremos fazendo isso”, enfatizou.

Na Casa Rosada, como revelado ao jornal Clarín, o isolamento social preventivo e obrigatório duraria até 23 de abril.

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