A quarentena foi estendida por duas semanas e poderá ser flexibilizada em pequenas cidades

O presidente argentino detalhou, com uma série de gráficos, que a quarentena conseguiu o achatamento da curva de contágio e garantiu que “se continuarmos mantendo essa quarentena, conseguiremos que a densidade de contágio seja ainda mais lenta”.

Alberto Fernández anunciou que o isolamento social, preventivo e obrigatório pela COVID-19 se estenderá até 26 de abril, inclusive. Foi em uma coletiva de imprensa que ele deu na Residência de Olivos na sexta-feira 10, na qual assegurou que o número de infectados na Argentina mostra que “o esforço não foi em vão”.

No entanto, diferenciou uma quarentena “administrada” para certos “locais ou atividades” que serão avaliadas entre a Nação e os governadores e será formalizada em um Decreto de Necessidade e Urgência (DNU).

Ele explicou que “cidades muito isoladas e rurais que não registram nenhum caso de coronavírus” poderiam ser incluídas nesse DNU.

Apoiado por uma tela com dados estatísticos, o presidente considerou que, com a quarentena, a Argentina conseguiu “achatar a curva de contágio” e instou os argentinos a continuar da mesma maneira. “Essa é uma conquista de toda a sociedade, é uma medida que nos permitiu economizar tempo para construir melhores condições para cuidar dos doentes”, analisou.

Fernández observou que “o esforço faz todo o sentido”, em relação à efetividade do isolamento social para conter o avanço da pandemia, e destacou que o “número de casos importados” é “maior que os comunitários”.

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