América do Sul: novo epicentro da pandemia. Brasil, o segundo país mais afetado depois dos EUA.

A OMS informou na sexta-feira 22 que o aumento alarmante de casos e mortes pela COVID-19 é preocupante e se concentra na região amazônica.

FONTE: Primereando las noticias

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou na sexta-feira 22, em sua conferência diária regular, que o número preocupante de infecções e mortes por coronavírus na América do Sul mudou a atenção das autoridades mundiais de saúde para este continente.

«A América do Sul se tornou um novo epicentro da doença. Estamos vendo o número de casos aumentar em muitos países da América do Sul “, disse o responsável pelo setor de emergências da OMS Michael Ryan, por teleconferência em Genebra.

Além disso, Ryan disse que “há muita preocupação nesses países, mas certamente o mais afetado no momento é o Brasil”.

Nesse sentido, o último relatório diário colocou o país no segundo posto no mundo com mais casos de coronavírus, atrás dos Estados Unidos.

De acordo com o relatório oficial, no Brasil houve 20.803 novos casos de pessoas infectadas em 24 horas, atingindo um total de 330.890. Isso o coloca acima da Rússia, com 326.448 e atrás dos Estados Unidos, embora com uma grande diferença, pois o país do norte tem 1.598.631 infectados.

Os especialistas, no entanto, consideram os casos das infecções relatadas abaixo dos números reais devido à falta generalizada de testes de coronavírus. Segundo estimativas do grupo de pesquisadores Covid-19 Brasil, o país já acumularia mais de 3.600.000 pessoas infectadas.

O Estado de São Paulo, o principal centro econômico e cultural do país, é o mais afetado pela pandemia com um total de 5.558, cerca de um quarto de todos os casos e mortes registrados em todo o país; seguido pelo Rio de Janeiro, com 3.412; Ceará, com 2.161; Pernambuco, com 1.925 outros e Paraná, com 1.852 óbitos.

A esse respeito, Ryan afirmou que, embora o número de casos em São Paulo seja o mais alto, a situação mais séria é a da Amazônia, “com uma taxa muito alta”, ressaltando que é lá que ocorre o maior número de casos em relação à população: 490 pessoas infectadas por 100.000 habitantes.

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