Revista TIME elogia o governo de Alberto Fernández por suas medidas contra a pandemia e destaca sua imagem positiva

“O gerenciamento da resposta ao coronavírus pela nova administração de Alberto Fernández (que possui uma aprovação de 83%) deu um impulso à sua aprovação”, indica o artigo da Time.

FONTE: Primereando las noticias

A revista americana Time elogiou a Argentina e o governo Alberto Fernández por suas medidas contra a Covid-19.

Sob o título “Quais países tiveram a melhor reação inicial à pandemia e estão mais bem preparados para o que está por vir”, a revista semanal estadunidense destaca o papel do governo argentino e enfatiza que “a coisa mais significativa na Argentina foi a rapidez em decretar o isolamento e distanciamento social”.

O estudo foi conduzido pelo Eurasia Group, uma consultora presidida por Ian Bremmer, colunista e editor de política externa da revista TIME e professor de geopolítica aplicada na Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da Universidade de Columbia.

A pesquisa avaliou a resposta dos países à pandemia, segundo três critérios: Saúde (capacidade de testar e mobilizar recursos), Políticas públicas (coordenação local e internacional intrajurídica, reação da população, eficácia do governo) e Economia (esforço fiscal e monetário).

O artigo destaca que as medidas para combater a pandemia adotada pelo governo do presidente argentino tiveram “a cooperação de governadores e membros do Congresso de ambos os partidos”.

“O gerenciamento da resposta da nova administração ao coronavírus por Alberto Fernández (que tem 83% de aprovação) deu um impulso à sua aprovação”, afirma o artigo da Time.

“Fernández (junto com sua vice-presidente e ex-presidente Cristina Kirchner) são peronistas que adotaram políticas de esquerda e, fiéis às suas raízes ideológicas, ofereceram aos trabalhadores de baixa renda uma quantia de 10.000 pesos para ajudá-los na crise”, acrescenta a matéria.

No caso da economia, o texto indica que a Argentina “é o caso mais surpreendente da lista, considerando que o país desencadeou seu nono default financeiro”. No entanto, Bremmer destaca que “o desejo de cuidar da saúde das pessoas e a decisão de canalizar recursos nesse sentido, em vez de pensar na dívida, tem sido a melhor opção entre suas alternativas”.

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