O governo estendeu a quarentena até 17 de julho

O presidente Alberto Fernández anunciou a extensão do isolamento social até meados do próximo mês, com maiores restrições à circulação das pessoas.

FONTE: Política Argentina

Através de um vídeo gravado para as redes sociais, o Presidente da Nação, Alberto Fernández, anunciou que a restrição de movimentação das pessoas na Região Metropolitana de Buenos Aires (AMBA) será intensificada para reduzir o crescimento exponencial de infecções por coronavírus na área.
A seu lado estavam o chefe do governo da cidade de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, e o governador da província homônima, Axel Kicillof.

“A partir de quarta-feira, [as pessoas] só devem sair de casa para procurar provisões”, disse o presidente.

Ao mesmo tempo, será concedido maior apoio econômico aos setores atingidos pela pandemia e serão aprofundados os operativos de cuidado e assistência contra o coronavírus.

Fernández anunciou que a região metropolitana de Buenos Aires “estará isolada para reduzir a circulação [de pessoas]” e, portanto, “os contágios e ocupação de leitos [hospitalares]”, e afirmou que o transporte público “se limitará exclusivamente a serviços essenciais”. Desde “o primeiro de julho até o dia 17, peço a todos que fiquem em casa” e saiam para o essencial.

Ele também afirmou que todo o esforço que foi feito até o momento “não foi inútil” porque “teria sido pior” e listou o progresso feito “com muito esforço” da Nação, Cidade [de Buenos Aires] e Província [de Buenos Aires] para que hoje o sistema de saúde esteja preparado para o número de casos registrados.

Ao mesmo tempo, o presidente lamentou o “número trágico de 1.000 mortes. Também assumiu que “um em cada cinco argentinos não está satisfeito com o isolamento”, que “100% gostaríamos de não ter que nos isolar e que a economia continuasse funcionando melhor do que funcionou”, mas observou que a pandemia veio e “você não sabe quando acaba de derrotar” o vírus.

Por fim, deixou uma mensagem enfâtica: “O problema econômico não é quarentena, é a pandemia. E isso afeta a todos igualmente”. “Acreditamos na liberdade, mas a liberdade se perde quando se morre”.

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