O Ministro Katopodis garantiu que as “700 obras em andamento” devem ser concluídas “em tempo hábil”

O ministro destacou que as 700 obras em curso avançam com os protocolos estabelecidos perante a pandemia Covid-19 e que serão concluídas no prazo previsto. Nesse sentido, destacou que “as obras não são de um político, não são de ninguém; são do povo e o povo precisa delas prontas”.

FONTE: Política argentina

Ministro das Obras Públicas, Gabriel Katopodis e Santiago Cafiero, Chefe da Casa Civil.

O ministro das Obras Públicas, Gabriel Katopodis, disse hoje que há 700 obras em andamento em todo o país que avançam com os protocolos estabelecidos pela pandemia do coronavírus, e garantiu que o objetivo é “conseguir concluí-las em tempo hábil”. Ele observou que “as obras não são de um político, não são de ninguém; pertencem ao povo e o povo precisa delas prontas”.

“A Argentina tem que acabar com este sistema em que as obras começam e depois não se acabam ou se terminam com valores seis vezes superiores ao inicialmente orçado. Trabalhamos para poder terminar as obras e terminá-las em tempo”, disse Katopodis em diálogo com a rádio La Red.

“Quando chegamos tivemos que reativar umas 270 obras que estavam paralisadas por diversos motivos: falta de pagamento, circunstâncias diversas; hoje são 700 obras em execução”, explicou.

“Vamos trabalhar com os 2.300 municípios, o que nos evita qualquer favoritismo, porque se chegarmos a todos os municípios do país ninguém sentirá que não lhes damos o tratamento que mereciam”, disse.

Neste contexto, destacou a criação do observatório de obras públicas que permite aos cidadãos acompanhar a execução das obras e a utilização dos recursos e garantiu que “o objetivo é que a tecnologia nos permita aumentar a transparência”.

Katopodis destacou que “muito tem sido feito nestes meses para que não tenhamos uma crise econômica e de saúde que nos atinja de forma permanente”, e valorizou “as políticas de habitação e construção, e tudo o que tem a ver com transferência de renda, a ajuda do Estado para sustentar a renda”. “Ninguém pode ser obrigado a ter planos perfeitos neste contexto, o Governo tomou trinta decisões por dia durante seis meses, decisões que também nunca tiveram o resultado ótimo porque a situação na qual recebemos o país já era muito frágil, e por essa fragilidade, o resultado coube a nós”, concluiu.

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